segunda-feira, 30 de junho de 2008

Dor


Que sentimento é esse que tanto me atormenta?


Me bate uma angustia, um aperto no coração, uma saudade inesplicável que chega a doer.

Deito na cama tentendo esquecer e acabo adormecendo sem querer.

Vou ao banheiro quase chorando, resolvo tomar um banho pra lavar a alma e pra tentar esquecer de tudo.

Derrepente meus olhos se enchem de água e debaixo do choveiro começo a chorar.

Enquanto banho penso em tudo e aos poucos essa dor inesplicável vai sumindo.

Mas eu sei que no outro dia essa dor retornará e de novo acabarei sofrendo por algo que nem mesmo sei explicar.


($abryna Brena)

Cadê você?


Me vejo tão só sem rumo, sem saída, não sei o que faço nesta vida se o que me resta é apenas a solidão...uma solidão que me consome e me sufoca pela simples falta de uma paixão.

É...parece que vivo a procurar alguém que possa um dia me amar, mas não sei onde buscar. Talvéz eu já encontrei mas ainda não me toquei quem é esse alguém que eu tanto amei.

Um dia eu encontrarei a saída desse meu sofrimento que a cada dia que passa só me mata por dentro. Restando a esperança de um dia dizer "EU ENCONTREI VOCÊ!"



($abryna Brena)

Arrependimento

Eu tinha tudo alí...diante de mim
tinha tudo que queria...
tudo que precisava
mas eu forcei...
forcei demais...
não pensei...
apenas deixei os impulsos me levarem...
me tomarem...
e sem querer acabei com tudo...
acabei com algo tão lindo
Por puro egoísmo por mim cometido
por querer algo em mãos que eu já tinha e somente não via
não enxergava a felicidade que estava alí...em minhas mãos
E agora?
não há mais sonhos...
nem sorriso
há apenas lamentos...arrependimentos
saudades
É...forcei demais
e agora não tenho nada
mas amanhã é outro dia...
pode nascer e florecer com mais intensidade do que já havia
talvéz até mais do que eu pretendia.

É...tinha
forcei...
perdi...
mas ainda tenho esperança que um dia ganharei!!!


($abryna Brena)

Lembranças de um passado

Estou aqui, mais uma vez, parada no tempo, relembrando o passado, tentando lembrar de coisas que não mais lembro. Pensando nos passos que dei e nos q poderia ter dado e ñ dei por medo de arriscar e vacilar. Tô aqui, mais uma vez, pensando em você, pensando em mim, pensando na gente.
Tenho saudade do tempo em que eu conseguia me apaixonar, amar...ouvir você falar o que por mim sente. Agora os sonhos...as ilusões se foram.Agora nem sei se tenho um coração...agora não sinto nenhuma emoção...apenas a solidão...uma solidão q vive a me acompanhar.
Tudo o que restou está aqui, guardado em minha mente. Apenas lembranças de uma vida deixada pra trás...de um tempo quase esquecido...de olhares evitados...de passos por mim um dia dados...de um amor já vivido...de palavras não ditas que ainda estão entaladas aqui na garganta.
Tenho saudades de um sofrimento que hoje não mais me espanta...um sofrimento que me deixava inspirada. Tenho saudades das doces palavras trocadas no silêncio de dois olhares...dois olhares que ñ mais existem...saudades de um tempo ñ muito distante...de um tempo que ñ volta mais e saber disso me deixa triste, pois a única certeza q tenho é q ñ viverei esse tempo nunk mais!!!

($abryna Brena)

Olhar vazio


Nesses olhos que nada dizem,
mas que mostram tudo.
Nesse meu olhar tão vazio, sem emoção...
tão longe do mundo.

Um olhar sem direção...
sem rumo, sem saída.
É apenas um olhar de recordação...
de saudades de uma vida.

Nesse semblante tão distante...
tão perdido...sem caminho.
Um semblante de instante...
meio escondido...sem destino.

Um olhar, um semblante...
que guardam algo por dentro.
Um olhar, um semblante...
que escondem algum sentimento!!!


($abryna Brena)

domingo, 29 de junho de 2008

A gorotinha e o coração



A menina pediu ao coraçãozinho que ele batesse:

_ Bate, coraçãozinho, bate!

E o pedido de sua dona o coraçãozinho não atendeu

e nunca mais o coraçãozinho por alguém bateu.


Só o nada ele sentia,

nada preenchia o vazio q ele tinha.


Então, o coraçãozinho nunca mais viveu um amor...

nunca mais viveu uma paixão.


Até que a garotinha tentou...

tentou iludir o coração,

mas o coração ela não enganou.


E como companhia arranjou,

a eterna solidão.